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sábado, 26 de julho de 2014

Evitando o divórcio emocional


Muitos casais passam um longo tempo juntos, mas na verdade a base do casamento já ruiu e tudo não passa de "aparências", ou seja é um casamento fracassado, é um divórcio que acontece gradualmente até que, mesmo permanecendo juntos, não existe mais alegria, prazer, nem compromisso.
As pessoas vivem juntas, mas na verdade  estão divorciadas...
Um dos principais problemas é que homens e mulheres entendem e interagem no casamento com características muito especificas e se desencontram, ou não falam a mesma língua, e falta de comunicação é um dos piores problemas no relacionamento.
Quantas mulheres não se sentem amadas e ficam amargas e frias ....
Quantos maridos não compreendem e nem sabem como satisfazer suas esposas...
É preciso que no relacionamento conjugal uma só linguagem seja dita, para que não aconteça desencontros e até o fim do casamento.
O Dr. John Lewis Lund, utiliza uma expressão que define muito bem essa situação - já no título do livro
Evitando o Divórcio Emocional


Juntos no dia  a dia
Juntos na mesma casa
mas separados emocionalmente.

3 passos para evitar que isso aconteça no seu casamento:

1- Ter um diálogo aberto perguntando claramente ao outro:"o que eu posso fazer para que você saiba que é amado(a) "
Coisas simples como: deixar a casa limpa,
verbalizar o amor
fazer carinho
ou outra expressão, pode e vai sarar esta falta de comunicação e de clareza que todos nós precisamos renovar, para nos sentirmos mais seguros no casamento.

2- Esforçar-se para que isso aconteça e flua de maneira natural e constante, assim haverá mais paz em seu relacionamento.

3-  Cada um expressa amor de uma forma - um verbaliza mais, outro toca e necessita de toque e outro precisa ter coisas mais práticas (o que pode incluir, viajar juntos, passear, receber presentes, ter à mesa seu prato preferido) mas seja como for, compreenda e  aceite a linguagem de amor do outro.




sexta-feira, 18 de julho de 2014

Desanimado ?

DESANIMADOS, 2
Se o desânimo se aninhou em nosso coração depois da vitória, talvez tenhamos posto o sentido de nossa vida na realização de um projeto. Não o realizamos? Devíamos nos sentir felizes. Missão cumprida é moto para a alegria.
Se o desânimo se instalou por causa da frustração, sabemos que precisamos avaliar as origens do mal-estar e retomar nossos feitos para dificultar que ela nos retorne.
Se o desânimo é filho do cansaço, sabemos o que fazer. Por isto, mesmo Deus estabeleceu o dia do descanso. Até a terra precisa descansar. Não viemos da terra?
Sobretudo, devemos manter aceso nosso senso de relevância. Esta é a decisão matricial.
Temos muito ainda para ser. Ainda não somos o que podemos ser. Há mais para nós. Não importa o que conquistamos.
Temos muito ainda para fazer. Ainda não fizemos o que podemos fazer. Há mais para nós. Não importa a nossa idade.
Temos muito ainda a contribuir. Ainda não entregamos tudo o que podemos. Há mais para os outros a partir de nós. Não importa o quanto tenhamos ajudado.
O mundo (nossa família, nossa rua, nossa trabalho, nossa comunidade, nosso corpo, nossa mente) pode ser melhor. É o que queremos?
Viver num mundo melhor seja o nosso desejo.
Viver para um mundo melhor seja a nossa ideologia.
Prossigamos. [FIM]

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Israel Belo de Azevedo

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Aprendendo nas Quedas (Letícia Thompson)



Por que será que nos lamentamos tanto quando nos decepcionamos, perdemos e erramos? O mundo não acaba quando nos enganamos; ele muda, talvez, de direção. Mas precisamos tirar partido dos nossos erros.
Por que tudo teria que ser correto, coerente, sem falhas? As quedas fazem parte da vida e do nosso aprendizado dela.
Que dói, dói. Ah! Isso não posso negar! Dói no orgulho, principalmente. E quanto mais gente envolvida, mais nosso orgulho dói. 
Portanto, o humilhante não é cair, mas permanecer no chão enquanto a vida continua seu curso. O problema é que julgamos o mundo segundo nossa própria maneira de olhar e nos esquecemos que existem milhões e milhões de olhares diferentes do nosso. Mas não está obrigatoriamente errado quem pensa diferente da gente só porque pensa diferente. E nem obrigatoriamente certo.
Todo mundo é livre de ver e tirar suas próprias conclusões sobre a vida e sobre o mundo. Às vezes acertamos, outras erramos. E somos normais assim. Então, numa discussão, numa briga, pare um segundo e pense: "e se eu estiver errado?" É uma possibilidade na qual raramente queremos pensar. 
Nosso "eu" nos cega muitas vezes. Nosso ciúme, nosso orgulho e até, por que não, nosso amor. Não vemos o lado do outro e nem queremos ver. E somos assim, muitas vezes injustos tanto com o outro quanto com a gente mesmo, já que recusamos a oportunidade de aprender alguma coisa com alguém.
E é por que tanta gente se mantém nessa posição que existem desavenças, guerras, separações. Ninguém cede e as pessoas acabam ficando sozinhas.  E de que adianta ter sempre razão, saber de tudo, se no fim o que nos resta é a solidão? Vida é partilha. E não há partilha sem humildade, sem generosidade, sem amor no coração. 
Na escola, só aprendemos porque somos conscientes de que estamos lá porque não sabemos ainda; na vida é exatamente a mesma coisa. Se nos fecharmos, se fecharmos nossa alma e nosso coração, nada vai entrar. E será que conseguiremos nos bastar a nós mesmos? Eu duvido.
Não andamos em cordas bambas o tempo todo, mas às vezes é o único meio de atravessar. Somos bem mais resistentes do que julgamos; a própria vida nos ensina a sobreviver, viver sobre tudo e sobretudo.
Nunca duvide do seu poder de sobrevivência! Se você duvida, cai. Aprenda com o apóstolo Pedro que, enquanto acreditou, andou sobre o mar, mas começou a afundar quando sentiu medo.
Então, afundar ou andar sobre as águas? Depende de nós, depende de cada um em particular.
Podemos nos unir em força na oração para ajudar alguém, mas só esse alguém pode decidir a ter fé, força e coragem para continuar essa maravilhosa jornada da vida.

terça-feira, 15 de julho de 2014

10 passos para realizar seus projetos

10 passos para realizar seus projetos

Da Redação07/03/2014

Mudar de emprego, comprar uma casa, começar a malhar, casar, iniciar a dieta, juntar dinheiro, estudar fora... “Mesmo que inconscientemente, o ser humano está sempre envolvido com projetos pessoais. E isso é ótimo, pois eles ajudam a evoluir, amadurecer, se conhecer mais e querer melhorar como pessoa. E seja qual for o seu plano – ou planos –, para que eles saiam do papel é necessário seguir alguns passos”, lembra a psicólogaCecília Zylbertajn, que também é psicodramatisma e psicoterapeuta. 

Olha só do que ela está falando:

1º passo Anote o seu desejo num papel, na agenda, no celular ou onde quer que seja, desde que fique sempre à sua vista para (com o perdão do trocadilho) lembrá-la de não esquecer dos seus sonhos – algo fácil de acontecer diante da infinidade de urgências da vida de hoje em dia.

2º passo Priorize o que é realmente importante para não perder tempo, dinheiro e energia com o que não precisa. Por exemplo, dar ouvidos ao colega que acha que o projeto dele é muito mais interessante que o seu ou à amiga que é shopaholic assumida e acredita que torrar o cartão de crédito em compras é muito mais interessante do que economizar para estudar.

3º passo Prepare-se para o seu sonho. Ou seja, se deseja estudar fora, faça um curso de idiomas; se quer comprar uma casa, verifique os documentos necessários para fazer um empréstimo e pesquise os custos no bairro onde deseja morar.

4º passo Liste tudo o que você deve fazer para não esquecer de nenhum detalhe que possa impedi-la de atingir seus objetivos, como fazer um depósito ou enviar uma foto para um documento.

5º passo Pelo menos uma vez por semana reserve uma horinha para se dedicar única e exclusivamente ao seu projeto.

6º passo Monitore constantemente o andamento do seu plano, para garantir que você tenha progressos.

7º passo Acredite que você é capaz de realizar o seu desejo – isso é essencial para manter autoconfiança e autoestima necessárias para o crescimento pessoal. Caso contrário, o medo, a insegurança e o estresse podem limitar ou até travar você, trazendo frustração.

8º passo Peça ajuda sempre que necessário, porque, apesar de o projeto ser seu, você não precisa enfrentar todas as dificuldades sozinha. 

9º passo Se errar, não fique se lamentando. Pelo contrário! Aprenda com esse “desvio” para continuar rumo à sua meta.

10º passo Não supervalorize o que ainda precisa fazer nem esqueça de comemorar as conquistas, por menores que elas sejam. Afinal, o otimismo é um combustível e tanto para se manter firme no seu propósito.




Fonte: clique aqui

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Minhas maiores neuras - 52 X 5

1- Tenho uma auto crítica terrivel, a ponto de ficar muito deprê, quando faço alguma coisa errada ou sinto que prejudiquei alguém - me cobro demais! 



2- Sempre acho que as pessoas não gostam de mim, é um sentimento que me persegue, também por estar passando neste momento por um stresse muito grande e uma pessoa que amo está me afastando das coisas e de pessoas, para me ferir - eu realmente estou na maior neura, a ponto de estar doente!

3-

3- Sou neurótica com a opinião dos outros, chego a té a dizer sim, querendo dizer não, mas não consigo e tomo prejuízo por conta disso!



4- Sou neurótica por arrumação e organização, e se algo sai do meu controle viro bicho



5-Estou sempre insegura com a minha aparência.


Me internaaaaaaa!!!!